quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Wildlife Photographer of the Year: Muito amor e ternura também na natureza

Será mera coincidência, ou talvez não, em dia de S. Valentim em que os humanos comemoram o amor, foram anunciados os vencedores da Wildlife Photographer of the Year, e p público elegeu como vencedor um gorila aninhado do colo do seu cuidador, num momento muito singular de ternura. 
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Esta fotografia contou com o voto de 20 000 pessoas e foi tirada num santuário para animais nos Camarões, quando Pikin, a gorila que está no colo do cuidador Appolinaire Ndohoudou, está a ser transferida de um santuário que provisoriamente a acolheu, depois de ter sido salva de um destino trágico no mercado negro. A fotografia foi tirada no exacto momento em que Pikin começava a sua viagem deste santuário para um novo porto de abrigo, algures na floresta.

Esta fotografia tirada Jo-Anne, chama mais uma vez atenção para os perigos que os gorilas estão sujeitos quando estão em estado selvagem. Pikin teve a sorte de conseguir escapar aos caçados furtivos, que continuam a caçar para vender a carne. Tal como este gorila muitos são os animais que continuam à mercê dos interesses económicos. “Muitas vezes os gorilas bebés ficam órfãos depois de as suas mães terem sido mortas, acabam por morrer sozinhos na natureza ou são vendidos como animais de estimação”, lamenta o Museu de História Natural, curador deste prestigiado concurso. 

Esta e todas as fotografias vencedoras estão expostas até 28 de maio no Museu de História Natural de Londres. Pode consultar aqui todas as fotografiasque foram a concurso

O publico escolheu também estas fotos como finalistas 

 








sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Animais de estimação podem ir a restaurantes a partir de maio


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Quem tem um animal em já deve ter passado por este tipo de ambivalência, vou-me divertir e ele vai ficar sozinho em casa. Ou até nas férias com a família, onde deixar o bichano quando quer estar descansado no restaurante, ou só porque quer partilhar com ele aquele momento de família.

Este tipo de situações vão começar a fazer parte do passado, a partir de maio já será possível os restaurantes poderão fixar uma área reservada para clientes com animais ou permitir a sua presença em todo o espaço. Os restaurantes deverão estar devidamente sinalizados e que podem fixar uma lotação máxima, de acordo com uma lei hoje aprovada no parlamento.

O texto de substituição, acordado na comissão de Economia, foi aprovado, por unanimidade, a partir de projetos do Partido Ecologista "Os Verdes", partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) e BE, tendo sido acolhidas propostas do PS, por exemplo.

Nos termos da lei, que entra em vigor 90 dias depois de publicada, é permitida a entrada de animais em estabelecimentos, "em espaços fechados", que os aceitem, mas é necessário obedecer às regras descritas na lei.

Por um lado, pode ser fixada uma lotação máxima de animais pelo restaurante, de modo a "salvaguardar o seu normal funcionamento".

Os animais terão de estar presos, "com trela curta", e "não podem circular livremente", estando vedada a sua presença na zona de serviços ou onde existam alimentos.

O dono do estabelecimento pode, igualmente, fixar uma área reservada para clientes com animais ou permitir a sua presença em todo o espaço.

Na especialidade, e de acordo com o relatório da comissão, a que a agência Lusa teve acesso, prevaleceu a maior parte dos artigos do PEV, tendo sido aprovadas algumas propostas de alteração feitas pela bancada do PS, como a de permitir que se defina o número máximo de animais num estabelecimento.

Destas proibições são excluídos os cães de assistência, para os cegos. Os projetos de lei que possibilitam a permissão de animais de companhia em estabelecimentos fechados de restauração, para além dos cães de assistência já legalmente autorizados, foram votadas na generalidade em 13 de outubro.

O projeto do PAN nasceu de uma petição remetida ao parlamento pelo deputado único daquele partido, André Silva, e visava alterar legislação de 2015, que não permite a entrada de animais em espaços fechados de restauração e bebidas, mesmo que o proprietário do estabelecimento o autorizasse.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Volkswagen usou macacos como cobaias em teste laboratoriais

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Dez macacos foram utilizados como cobaias numa experiencia laboratorial onde foram obrigados a inalar gases tóxicos provenientes de motores a diesel de automóveis de marcas como da Volkswagen, Daimler e BMW.
A notícia avançada esta semana pelo The New York Times, está a gerar imensa polémica, uma vez que os macacos foram expostos deliberadamente a gases poluentes provenientes de motores a diesel de automóveis, incluindo o Volkswagen Beetle, a nova versão do velho famoso "carocha".
Os detalhes agora conhecidos da macabra experiência mostram que os animais foram divididos em dois grupos. Enquanto um grupo estava exposto aos gases libertados por um modelo diesel de última geração da Volkswagen, o outro grupo inalava as emissões libertadas por uma velha carrinha Ford Diesel. Uma tortura que se estendeu ao longo de quatro horas
Entretanto várias associações de defesa dos direitos dos animais, incluindo a PETA, já vieram a público criticar esta experiencia. O Governo alemão também já veio criticar estes testes através do porta-voz da chanceler, Angela Merkel, foi taxativo na condenação. “Estes testes com macacos ou pessoas não têm qualquer justificação no plano ético”, disse Steffan Seibert, numa conferência de imprensa cujo vídeo foi partilhado pelo próprio no Twitter. 
A empresa alemã Volkswagen também condenou o teste, ao afirmar que “os métodos científicos usados na condução deste estudo foram os errados. Testes laboratoriais usando animais como cobaias é francamente contra a política da nossa empresa.”. Em comunicado, a gigante alemã lamenta o “comportamento inapropriado” e o “fraco julgamento de todos os que estiveram envolvidos nesta situação.” 

O estudo científico, financiado pela Volkswagen, Daimler (dona da Mercedes-Benz) e BMW, levado a cabo por cientistas de um laboratório de Albuquerque, Estados Unidos, voltou a colocar sob a polémica sobre a fraude na manipulação dos valores da emissão de gases poluentes.  

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Vaca foge de quinta para viver com bisontes



 
Uma vaca doméstica surpreendeu tudo e todos quando fugiu da quinta onde morava para ir viver com uma manada de Bisontes na Floresta de Bialowieza, na Polónia. 


Este caso um pouco estranho, que está a chamar atenção dos investigadores, foi registado pela primeira vez em Outubro de 2017 quando a vaca saiu da quinta e foi vista nas proximidades de uma manada de bisontes, animais bastante comuns na região. Inicialmente pensou-se que poderia ser um Bisonte com uma alteração genética, mas observações mais atentas concluíram que era mesmo uma vaca de cor castanha da raça limousine.


Segundo a BBC, seria de esperar que a vaca voltasse ao seu pasto na quinta quando o inverno chegasse, mas agora o biólogo Rafal Kowalczyk voltou a ver o pequeno animal castanho, de boa saúde e perfeitamente integrada na manada grupo. 


"Os bisontes agem como um organismo e ela destaca-se", explicou, referindo que a proximidade com a manada a pode ter salvado de um ataque de lobos.


Esta simbiose pode não ser tão boa no caso de acasalamento entre diferentes espécies, já que a vaca poderá morrer ao dar à luz, devido ao maior porte dos bisontes, e pode haver contaminação genética, que ponha em risco a população de bisontes, alerta ainda o biólogo.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Lobo selvagem avistado pela primeira vez no norte da Bélgica em 100 anos



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Um lobo selvagem foi avistado pela primeira vez em mais de 100 anos na região da Flandres, no norte da Bélgica. Por toda Europa tem sido avistados lobos, várias alcateias têm-se fixado em países como a Holanda, Dinamarca e Luxemburgo.

O lobo selvagem é considerada espécie protegida pela Convenção de Berna desde 1979. Esta espécie tem vindo a colonizar progressivamente toda a Europa. Neste caso em particular o lobo encontrado na Flandres tem uma coleira que o identifica como proveniente da Alemanha. O mesmo lobo tinha sido avistado, por volta do Natal, nos Países Baixos.

A presença deste animal em território Belga, tem sido encarado como um excelente sinal pelas associações de defesa dos animais locais, que estão aproveitar este facto para apelar ao governo para encorajar o regresso desta espécie ao país. De entre a medidas defendidas para serem implementadas está a possibilidade de se indemnizar os agricultores que vejam os seus rebanhos afectados.

A relação lobo – agricultores – rebanhos sempre foi muito tensa sobretudo nos países do sul da Europa, nomeadamente França, Itália e Espanha, regiões onde tem vindo a ser reintroduzida esta espécie. Já em países como Roménia e Polónia esta relação é bem mais pacifica e o ataque dos lobos aos rebanhos é considerado como “como um acidente, como um rebanho que caiu numa ravina”.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Como proceder no caso de encontrar um ninho de vespas asiáticas



A GNR dá alguns conselhos

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A GNR deixou um alerta de como agir se encontrar um ninho de vespas asiáticas.

  • contactar a GNR, através da linha SOS Ambiente e Território (808 200 520). Neste caso o observador será informado do procedimento a seguir para a efetiva comunicação da suspeita;
  •  inserção/georreferenciação online do ninho ou dos exemplares de vespa e preenchimento online de um formulário com informação sobre os mesmos, disponível no portal www.sosvespa.pt, acessível a partir dos portais da Direção Geral de Veterinária e Alimentação, do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, das Direções Regionais de Agricultura e Pescas, do SEPNA/Guarda Nacional Republicana e das Câmaras Municipais respetivas;
  • preenchimento de um formulário e envio para a Câmara Municipal da área onde ocorreu a observação;
  • preenchimento de um formulário via Smartphone disponível no portal www.sosvespa.pt;
  • poderá também solicitar a colaboração da junta de freguesia mais próxima do local de deteção/suspeita para o preenchimento do formulário